
Paralisia cerebral
Acompanhamento ortopédico ao longo do crescimento: postura, quadril, pés e mobilidade, em conjunto com fisioterapia e demais terapias.
Neuro-ortopedia infantil para crianças com paralisia cerebral, espasticidade e alterações da marcha — com avaliação cuidadosa e decisões tomadas junto com a família e a equipe de reabilitação.
Cada criança tem um ritmo. O objetivo é preservar função, conforto e autonomia em cada fase do desenvolvimento.

Acompanhamento ortopédico ao longo do crescimento: postura, quadril, pés e mobilidade, em conjunto com fisioterapia e demais terapias.

Avaliação e manejo da rigidez muscular, incluindo a indicação criteriosa de toxina botulínica quando apropriada.
Estudo detalhado de como a criança anda, para entender a origem das alterações e planejar o tratamento. Formação em análise clínica da marcha no Gillette Children’s (EUA).
Vigilância do quadril ao longo do crescimento e condutas para prevenir e tratar a instabilidade — tema de sua pesquisa e de seus capítulos de livro.
Pé torto congênito, pé plano e pés neurológicos, com acompanhamento desde os primeiros meses de vida.
Diagnóstico e seguimento da displasia do desenvolvimento do quadril em bebês e crianças.
Cuidado ortopédico integrado para crianças com condições neuromusculares, em conjunto com a equipe de reabilitação.
Deformidades angulares e rotacionais, fraturas e demais questões ortopédicas de bebês, crianças e adolescentes.

Médico ortopedista e traumatologista, especialista em Ortopedia Pediátrica, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Há mais de duas décadas dedica sua carreira às crianças com condições neurológicas que afetam o movimento — em especial a paralisia cerebral.
É diretor da Associação Mineira de Reabilitação (AMR), onde foi superintendente clínico por 14 anos, e coordena a residência médica em Ortopedia Pediátrica do Hospital da Baleia e do Ortopédico BH. Integra o corpo clínico do Serviço de Ortopedia Matta Machado, no Hospital da Baleia, desde 2003.
Além do consultório, participa de pesquisas, forma novos ortopedistas pediátricos e leva a experiência brasileira a congressos no país e no exterior.
7
capítulos de livros, entre eles “Abordagem ao Pé da Criança com Paralisia Cerebral” e “Tratamento das Complicações no Quadril Espástico”.
Palestrante e debatedor em eventos como o Congresso Brasileiro de Ortopedia Pediátrica, o Congresso Anual da SBOT, o Simpósio Internacional Einstein de Paralisia Cerebral e o curso internacional POSNA/EPOS/SLAOTI, além de conferências nos EUA e no Reino Unido.
Palestrante no Brasil e no exterior — com conferências nos EUA (POSNA, Atlanta) e no Reino Unido (Nottingham) e participação no curso internacional POSNA/EPOS/SLAOTI.











Agende pelo WhatsApp. Se tiver, separe exames, laudos e relatórios das terapias.
Consulta com tempo para ouvir a família, examinar a criança e observar como ela se movimenta.
Quando indicada, a cirurgia é planejada em conjunto com a família e a equipe de reabilitação, com orientação clara em cada etapa — do preparo à recuperação.
Respostas gerais, de caráter informativo. Cada criança é única: diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.
É a área da ortopedia pediátrica que cuida de crianças e adolescentes com condições neurológicas que afetam músculos, ossos e articulações — como a paralisia cerebral, a mielomeningocele e as doenças neuromusculares. O foco é o movimento, a postura, o conforto e a qualidade de vida ao longo do crescimento.
Quando houver dúvidas sobre o jeito de andar, atraso para ficar em pé ou caminhar, quedas frequentes, rigidez muscular, dor, deformidades nos pés, nas pernas ou na coluna, ou quando o pediatra, o neurologista ou a equipe de reabilitação recomendarem uma avaliação ortopédica.
Do recém-nascido ao adolescente. Nas condições neurológicas, o acompanhamento pode seguir até a transição para a vida adulta, preparando a família e o paciente para essa fase.
Exames de imagem (radiografias, tomografias, ressonâncias) e seus laudos, relatórios de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, relatórios do neurologista, órteses e calçados em uso e, se possível, vídeos curtos da criança andando ou se movimentando em casa.
É uma conversa sem pressa com a família, seguida de exame físico completo: amplitude de movimento, força, tônus muscular, alinhamento dos membros, avaliação dos pés, do quadril e da coluna e observação da marcha. Ao final, o médico explica o que encontrou e discute, junto com a família, os próximos passos.
Pelo WhatsApp (31) 99970-4692. A equipe informa horários disponíveis, formas de atendimento e orientações sobre reembolso junto ao plano de saúde.
Acompanha o crescimento dos ossos e músculos, previne e trata deformidades e ajuda a manter ou melhorar a função — andar, sentar, ficar em pé, usar órteses. O trabalho é integrado ao neurologista, ao fisioterapeuta e às demais terapias.
É uma escala internacional, de I a V, que descreve a função motora grossa da criança com paralisia cerebral — do nível I (anda sem limitações importantes) ao nível V (depende de auxílio para quase toda a mobilidade). Ela orienta expectativas e o planejamento do acompanhamento.
Em muitas crianças com paralisia cerebral, sobretudo nos níveis GMFCS mais altos, o quadril pode se deslocar aos poucos, sem dor no início. Radiografias periódicas — a chamada vigilância do quadril — permitem identificar o problema cedo, quando as opções de tratamento são mais simples.
É o aumento do tônus muscular causado por uma lesão no sistema nervoso central. O músculo fica mais rígido e resistente ao alongamento, o que pode dificultar os movimentos, causar dor e, com o tempo, favorecer encurtamentos e deformidades.
A toxina botulínica é aplicada em músculos selecionados para reduzir a espasticidade de forma temporária. O efeito costuma durar alguns meses e é mais bem aproveitado quando combinado com fisioterapia, alongamentos e, quando indicado, órteses ou gessos seriados. A indicação é individual.
Andar na ponta dos pés pode ser comum no início da marcha. Quando persiste depois dos 2 a 3 anos, aparece só de um lado, vem acompanhado de quedas, rigidez ou atraso no desenvolvimento, vale a avaliação de um ortopedista pediátrico.
É o estudo detalhado da forma de andar, que pode incluir filmagem, avaliação observacional e, em laboratórios de marcha, medidas tridimensionais dos movimentos e da atividade muscular. Ajuda a entender a causa de cada alteração e a planejar tratamentos, especialmente antes de cirurgias.
O tratamento de referência é o método de Ponseti: trocas semanais de gesso para corrigir gradualmente o pé, em geral seguidas de um pequeno procedimento no tendão de Aquiles e do uso de uma órtese de abdução por alguns anos. Começar cedo e seguir o uso da órtese são fundamentais.
Na maioria das crianças o pé plano é flexível, faz parte do desenvolvimento normal e não exige tratamento. A avaliação é importante quando há dor, rigidez, cansaço precoce, desgaste anormal dos calçados ou quando o pé plano está associado a uma condição neurológica.
É uma alteração na formação da articulação do quadril do bebê, que pode ficar instável ou deslocada. O diagnóstico precoce — pelo exame do pediatra e, quando indicado, por ultrassonografia — permite tratamentos mais simples, como o suspensório de Pavlik nos primeiros meses de vida.
Quando o tratamento conservador — terapias, órteses, toxina botulínica — não é suficiente para controlar deformidades, dor ou perda de função. A decisão é compartilhada com a família e com a equipe de reabilitação, considerando a idade, o nível funcional e os objetivos de cada criança.
É a correção, em um mesmo tempo cirúrgico, de várias alterações dos membros inferiores — músculos, tendões e ossos — em diferentes níveis (quadril, joelho, tornozelo e pé). A proposta é evitar várias cirurgias ao longo da infância. Em geral é planejada com base em uma análise de marcha detalhada.
Depende do procedimento. Costuma envolver um período de imobilização ou restrição, seguido de reabilitação intensiva com fisioterapia e, muitas vezes, órteses. A família recebe orientações detalhadas antes e depois, e o acompanhamento continua ao longo do crescimento.
Órteses são dispositivos, como as AFOs (tornozelo-pé), que ajudam a posicionar as articulações, melhorar a estabilidade na marcha e prevenir deformidades. São feitas sob medida e ajustadas conforme a criança cresce.
Atendimento em Mangabeiras, Belo Horizonte. Fale com a equipe pelo WhatsApp.
(31) 99970-4692 @dr.leonardocury.abrahao